Já faz algum tempo que li na revista "época" a comprovação de uma tese que eu tinha formulado alguns dias antes para mim mesmo e compartilhado com alguns poucos amigos.
"As mais belas obras de arte, tanto musicais, como qualquer outro tipo, são feitas em momentos de profunda tristeza". Cito como exemplo para meus amigos evangélicos o hino "Aflição e paz", quem não conhece procure conhecer. è um hino belíssimo cuja estrofe diz "Sou feliz com Jesus".
Só pra constar esse hino foi escrito qundo o autor tava num barco visitnado o lugar do naufrágio do navio em que estava sua esposa e seus filhos. Na verdade não sei se é assim a história, mas se não for, é bem semelhante.
Por algum tempo eu desejei ardentemente a visão destes artistas. Ser triste, mas ser um gênio.
Hoje percebo que eu posso ser muito mais que eles, eu não vou me acomodar com o mal com aminha volta. Eu vou nadar contra a corrente, eu quero viver um cristianismo puro e intenso.
Muitos destes artistas sucumbiram ao suicidio, as drogas, aos vicios para aliviarem o peso de saberem quão mau é o ser humano.
Eu não vou sucumbir, eu vou lutar contra este mal.
Não escrevo para você que está lendo, hoje estou escrevendo pra mim. Algo que eu possa ler e me motivar. Por isso a falta de nexo e os milhões de erros de gramática.
Apesar de não ter dito nada quero finalizar com um versículo.
"Caiam mil ao teu lado, e dez mil, à tua direita; tu não serás atingido."
Salmo 91:7